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Duas pessoas, um homem e uma mulher, vestidas formalmente e sorridentes, sentadas à mesa numa reunião, com garrafas de água e papéis à frente, num ambiente profissional e colaborativo, refletindo o contexto do fórum estratégico do Conselho da Diáspora Portuguesa em Bruxelas.
Foto:Sara Matos / MAEN


BRUXELAS – O Conselho da Diáspora Portuguesa, através do Núcleo Regional da Europa Ocidental, lançou este mês na capital belga a iniciativa “Brussels Breakfast Brief,” um novo ciclo de encontros de diálogo estratégico informal.

O objetivo central é reforçar a presença e a influência de Portugal nos debates europeus sobre energia, competitividade e as transições verde e digital.
A sessão inaugural, que terá uma periodicidade trimestral, realizou-se no início do mês e contou com intervenções da Ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, e do Embaixador de Portugal na Bélgica, António Costa Moura. O encontro reuniu um leque diversificado de participantes, desde representantes das instituições europeias e decisores políticos até líderes empresariais e membros do Conselho da Diáspora Portuguesa.

Durante o debate, destacou-se o papel central de Portugal na transição energética europeia. Os participantes sublinharam a importância da inovação e do investimento estratégico como alavancas para a competitividade do continente, reconhecendo o país como um "exemplo relevante" neste domínio.
A diáspora portuguesa foi identificada como um ativo fundamental neste processo, com o seu contributo a ser considerado vital para a criação de parcerias internacionais, a atração de investimento e a promoção de políticas públicas mais eficazes. Entre as prioridades identificadas pelo grupo estiveram a necessidade de reforçar a resiliência energética europeia, acelerar a eletrificação e investir massivamente em redes e energias renováveis.

Com o “Brussels Breakfast Brief,” o Conselho da Diáspora Portuguesa estabelece uma plataforma regular de discussão que visa não apenas partilhar conhecimento, mas também influenciar ativamente a agenda política e económica da União Europeia, garantindo que a voz de Portugal e dos seus cidadãos no estrangeiro seja ouvida nos temas críticos para o futuro do continente. As próximas edições trimestrais prometem aprofundar estas temáticas, mantendo o formato informal que favorece o networking e o diálogo direto entre os decisores.


 



 

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