script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-3525825446826650" crossorigin="anonymous"> Crónicas - luso.eu | Jornal de Notícias das Comunidades Portuguesas
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A Ética, como ciência da praxis humana, que visa dirigir a vida no respeito pelos deveres e direitos de todos, em geral, e de cada um, em particular, tem de estar presente na consciência das pessoas.

A Ética enquanto disciplina da moral e em parte dos deveres (Deontologia), principalmente no que a cada pessoa tem a obrigação de fazer, de se comportar, enfim, de contribuir para um relacionamento humano mais saudável, em todos os contextos, sem hipocrisias, nem bajulações ditas sociais.

A importância da família não deve, portanto, ser menosprezada pelos seus próprios elementos, os quais devem, eles mesmos, isso sim, procurar por todas as formas admissíveis, a melhor harmonia e progresso. Na verdade, muitos são os problemas que afetam a estabilidade familiar, podendo citar-se, entre os que mais contribuem para a discórdia, no seu seio e que, inexoravelmente, passam à sociedade e provocam nesta, desequilíbrios mais ou menos profundos: desemprego, dificuldades económicas, egocentrismos exacerbados; trabalho fora da área de residência, sobrecarga de tarefas na mulher, Violência doméstica a todos os níveis, e muitos outros.

Numa sociedade cada vez mais complexa, e tendo em conta uma determinada orientação filosófico-religiosa, ao nível do matrimónio legal e religiosamente celebrado, os atos sexuais naturais, praticados em comunhão recíproca dos cônjuges, com amor, afetividade e respeito, são aceitáveis pela Ética/Moral e pela Lei Divina, contribuindo, com a sua quota-parte, de forma eficaz, para a harmonia e felicidade conjugais, para a estabilidade e progresso da família, para o equilíbrio e tolerância da sociedade.

A Ética assume, na vida sexual, uma importância fundamental, tanto mais decisiva quanto mais vincula o indivíduo a uma praxis verdadeiramente humana, consentânea com os valores mais profundos que todos devem desejar reativar, agora que se iniciou um novo século (estamos no primeiro quarto do século XXI), do qual se esperavauma era de paz, de prosperidade, de amor e de progresso controlado, vocacionado para a supressão da fome, do ódio e da guerra.


 



 

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